Tempo passou e eu de fato mudei.
Relendo, posso ver que muito mais do que eu tinha em mente do que havia mudado.
Foquei em perceber a minha auto percepção nos meios, e isso eu posso adiantar que piorou bastante...
o que eu tinha como teoria naquela época veio a se comprovar.
Mas de fato, não foi tão ruim agora quanto antes.
Enfim, sofrer por antecipação teve uma vantagem?! Aparentemente sim.
Passei por maus bocados naquela época, relendo a tag "gray grave" pude relembrar. E foi engraçado como a última conversa com Kaique fez todo um sentido.
Não vou dizer que não me fez mal... fez sim. Doeu... deu aquela fisgada no ventre mas nada tão grave quando como foi na queda da minha vó.
A verdade, nunca tive amizade para com ele. Nem ele para comigo.
Não foi tão doloroso pq, ora vamos lá... ele sempre foi um merda.
Dá nojo tanta infantilidade e mimo numa só pessoa.
A única coisa que ficou martelando é que ele na real não é tão burro quanto parece.
Lembrei de quando ele achava que era borderline. e não queria o ser pq o percentual quase absoluto do transtorno é de afetação em MULHERES. E que ele não queria falar sobre isso com a psiquiatra pq ela levantaria que a transgeneridade dele era apenas uma alteração na percepção da auto imagem que é uma das principais características do borderline. OU SEJA, muito manipulador, vei.
E de fato... muito esperto...pq ser trans dá palco... já ser border...
No fim... nunca teve transtorno nenhum ... era só um merdinha que achava cool dizer que tinha amigos imaginários e colocava neles o mesmo nome dos amigos imaginários do Kurt Cobain.
Patético.
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